Ar 'péssimo' leva municípios do Amazonas a suspender aulas
Parintins e Itacoatiara suspendem aulas devido à poluição do ar.
A qualidade do ar no Amazonas alcançou níveis alarmantes, levando as cidades de Parintins e Itacoatiara a suspender as aulas neste dia 3 de novembro de 2026. Segundo o Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva), Parintins apresentou um índice classificado como 'péssimo', com 176,9 µg/m³, enquanto Itacoatiara teve 53,7 µg/m³, considerado 'ruim'.
Até o dia 1º de novembro, um total de 47 municípios do Amazonas estavam em situação de emergência devido à estiagem, resultando na proibição do uso de queimadas por 120 dias. Essa situação crítica para a qualidade do ar foi avaliada pelas equipes da prefeitura, que decidiram impedir atividades presenciais em escolas visando a proteção de professores e alunos.
A medida afeta milhares de famílias, já que a suspensão das aulas estende as consequências diretas aos estudantes. Com as equipes monitorando a situação do ar, a decisão sobre a retomada das atividades em Parintins deveria ocorrer ao longo do dia, dependendo das condições.
A poluição do ar já tem impactado a comunidade escolar e levantado preocupações a respeito da saúde pública na região. A gestão municipal está atenta aos dados que variam de moderado a péssimo, conforme publicado pelo Selva, e busca formas de mitigar os riscos vinculados à qualidade do ar.
Qualidade do ar no Amazonas em níveis críticos
A qualidade do ar no Amazonas atingiu índices alarmantes, fazendo com que as cidades de Parintins e Itacoatiara decidissem suspender as aulas na rede pública. No dia 3 de novembro de 2026, Parintins apresentou um índice de 176,9 µg/m³, classificado como "péssimo", segundo dados do Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva). Itacoatiara, por sua vez, registrou 53,7 µg/m³, um nível considerado "ruim".
Essas medidas foram adotadas com o intuito de proteger alunos e professores dos riscos à saúde que a poluição do ar pode acarretar. As autoridades locais estão monitorando a situação e avaliarão a possibilidade de retomar as atividades escolares, dependendo da variação dos índices de qualidade do ar ao longo do dia. Tal decisão reflete a seriedade da situação, pois a saúde da população está em jogo.
Além disso, até o dia 1º de novembro, 47 municípios do Amazonas estavam em estado de emergência devido à estiagem, o que agravou a qualidade do ar na região. O governo estadual já havia imposto uma proibição do uso de queimadas por um período de 120 dias, buscando assim minimizar os danos ambientais e proteger a saúde pública. Mesmo assim, a situação continua a evoluir, exigindo atenção constante das entidades responsáveis.
Impactos da estiagem na qualidade do ar e prevenção de queimadas
Com a estiagem severa afetando diversas localidades no Amazonas, a qualidade do ar tem sido comprometida de forma alarmante. O sistema Selva aponta que varias cidades estão enfrentando níveis de poluição que vão de "ruim" a "péssimo", gerando preocupações em relação à saúde da população. Além de Parintins e Itacoatiara, outros municípios, como Barreirinha, com 226,2 µg/m³, e Nhamundá, com 128,8 µg/m³, também apresentam índices críticos.
Diante deste cenário, as equipes das prefeituras têm trabalhado em conjunto com o governo do estado para implementar ações de prevenção e combate ao fogo, especialmente por conta da estiagem prolongada. Essas ações incluem fiscalização ambiental e uma mobilização de cerca de 1,5 mil profissionais responsáveis pela monitoramento e combate a incêndios. Com o uso de 18 aeronaves, a operação busca coibir atividades que contribuem para a degradação da qualidade do ar.
A proibição do uso do fogo e a decretação de emergência por 180 dias em áreas afetadas por incêndios têm sido estratégias adotadas para tentar reverter a situação. No entanto, as autoridades ressaltam que o restabelecimento da qualidade do ar no Amazonas exige um esforço coletivo, engajamento da população e ações efetivas que promovam a preservação ambiental. O futuro do estado depende de medidas que garantam a saúde da população e a preservação dos recursos naturais.


